logo.gif (2326 bytes)

|  Páginas: 1  2 3  4  5  6  7  8  |  Índice das Matérias  |  Edições Anteriores |

Maria Pimentel: "a FSM denunciou na ONU o desemprego e o corte dos direitos das mulheres"

"Denunciamos a barbárie especulativa que, além de liquidar os direitos das mulheres em todo o mundo, está provocando a estagnação, acabando com o emprego e com a própria vida dos povos, disseminando a pobreza e a fome no mundo, particularmente na América Latina, Ásia e África", afirmou Maria Pimentel, secretária de relações internacionais da Central Geral dos Trabalhadores - Brasil, que representou a Federação Sindical Mundial na Sessão Especial da ONU sobre a Mulher, realizada entre os dias 5 a 9 de junho na sede em Nova Iorque.

"Manifestamos as posições de FSM que exigem o fim imediato da ocupação dos territórios árabes; o fim dos bloqueios e sanções econômicas contra Cuba, Iraque, Iugoslávia, China, Coréia Popular, Líbia, Paquistão, Índia, Irã e Sudão e o fim das bases militares norte-americanas no mundo", destacou Maria Pimentel. "A FSM tem cumprido um importante papel que é apoiar e estimular a resistência dos governos à política de submissão às exigência do império, e a luta para garantir sua independência, seu desenvolvimento econômico e social e o intercâmbio justo entre as nações soberanas", acrescentou.

"Foi muito importante para a FSM aprofundar a discussão com as organizações femininas, particularmente com a FDIM sobre futuras iniciativas conjuntas e mais particularmente sobre a Marcha Mundial de Mulheres", concluiu Maria Pimentel.

Redação

|    Imprimir   |   Converse com Editor  |